terça-feira, 21 de maio de 2013

Fallen in the Studio #9 Heavy Metal e Hard Rock Britânico.


Hoje vamos falar sobre a tríade do Hard Rock  e Heavy Metal Britânico.
Black Sabbath.



No ano de 1968, em Birmingham, Reino Unido nascia o Black Sabbath. Com sua formação original composta por Ozzy Osbourne (vocais), Tony Lommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria). Embora o grupo seja considerado hard rock, Butler definiu o estilo uma vez como “um blues pesado e distorcido”. A banda é uma das pioneiras no heavy metal, tendo influências cruciais no desenvolvimento na definição do estilo.

Tudo começou em 1966, em Aston, quando o guitarrista Anthony “Tony” e o baterista William “Bill” Ward (ambos do grupo Mithology) encontraram um anúcio de um cantor que queria encontrar músicos para sua banda. O tal cantor era nada mais, nada menos que Jonh “Ozzy” Osbourne que já havia estudado com Tony. Ozzy decidiu levar até sua casa dois músicos que já havia tocado com ele na banda Rare Breed : o guitarrista Terence “Geezer” Butler e Jimmy Phillips.

Depois de um tempo o grupo escolheu o nome Polka Tulk Blues Band encurtado depois de Polka Tulk, nessa época seu repertório era principalmente blues. Mais tarde Clarke e Phillips deixam o grupo, o restante mudo o nome para Earth e o seu repertório passa ter covers de Jimi Hendrix, Blue Cheer e The Beatles.
Em 1968 é lançada a primeiro demo do grupo, com isso é ganho algum êxito no espaço de pubs britânicos que permitiu que o grupo fizesse o nome no exterior, também graças ao gerente Jim Simpson. Depois de um curto período, o nome da banda é mudado novamente, pois já havia outro grupo com o mesmo nome. A escolha do novo nome veio de Butler, um grande fâ do romance de “magia negra” e “terror’ de autores como Dennis Wheatley”. Butler tinha assistido a um filme de terror italiano do diretor I Ter Volti Della Paura (As Três Máscaras do Terror) de 1963, mas foi exibido na Inglaterra e nos Estado Unidos como Black Sabbath.

De lá pra cá muita coisa aconteceu, porém vamos ao que interessa. O álbum mais famoso da banda foi Paranoid de 1970, que foi lançado no dia exato da morte de Jimi Hendrix. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no rock and roll Hall of Fame, e até hoje é considerado por ser um marco inicial do heavy metal.



Em minha humilde opinião esse é um dos melhores álbuns de heavy metal da história, desde primeira faixa até a última heavy metal, hard rock com bastante influência no blues. Algumas faixas se destacaram mais do que outras pelo menos pra mim, porem não tem do que reclamar do álbum.

Então vamos começar pela faixa de abertura “War Pigs” (Com um instrumental muito bom, além claro do tema), a próxima é um dos clássicos do Sabbath “Paranoid” (Particularmente adoro essa musica, curto muito o solo de guitarra, com uma boa influência do blues), “Planet Caravan” (Essa daqui é bem mais calma, tem uns instrumentos de percussão e vocal bem legal), “Iron Man” (Considerada por muitos com a melhor música do grupo, nem preciso dizer nada né ?), “Faires Wear Boots” (Com uma introdução memorável, show de bola) e “Electric Funeral”(Com riff bem marcantes, além da vocal do Sr Osbourne).

Deep Purple.
  

No ano de 1968 em Hertfordshire, Inglaterra é formada o Deep Purple. A banda passou por diversas mudanças de formação, além de um hiato de oito anos (1976-84). As formações do período 1968-76 foram comumente chamadas de fases I, II, III e IV. Sua segunda formação, a mais bem-sucedida comercialmente, contou com Ian Gillan (vocal), Ritchie Blackmore (guitarra), Jon Lord (teclado), Roger Glover(baixo) e Ian Paice (bateria).

Essa formação foi até os anos de 1969 a 1973, e foi reunida de 1984 a 1989 e, brevemente, em 1993. A marca do grupo é uma mistura de guitarra e teclado, com riffs simples e fortes e solos vigorosos. A banda também foi listada pelo Livro Guiness dos Recordes "como a banda com o som mais alto ao vivo no mundo", e venderam mais de 100 milhões de álbuns ao redor do mundo.

Tudo começou em 1967, quando o ex-baterista do The Searchers Chris Curtis conectou o empresário de Londres Tony Edwards para montar uma nova banda. O novo grupo de Chris iria ser chamar Roundabout, o primeiro músico a topar a ideia foi o tecladista Jon Lord, colega de Curtis nos The Flowerpot Men, onde também tocava o baixista Nick Simper.

No final dos anos 60, Chris decide sair devido a alguns problemas. Daí o grupo acha o guitarrista Ritchie Blackmore, que conhecia o baterista Ian Paice que trouxe um colega da The Maze Rod Evans para ser o vocal que estava faltando. Em fevereiro de 1968, depois de queimar pestana em uma lista de nomes que incluía o pomposo Orpheus, acabou vencendo o título da música favorita da avó de Blackmore: Deep Purple.

Com mais de sete formações o grupo lança em 1972 Machines Head, o álbum que mais marcou a carreira da banda, e que é considerado por muitos como o melhor.

 
As faixas que mais se destacaram pra mim foram “Highway Star” (Que começou a ser criada dentro de um ônibus, quando um jornalista perguntou como eles criavam suas músicas. Blackmore disse: "assim", e começou a tocar um riff agitado. Gillan entrou na farra e começou a improvisar uma letra: "We're on the road, we're on the road, we're a rock'n'roll ba-and!". Eu particurlamente gostei do seu instrumental), outra faixa bem legal é “Smoke On The Water” (Que conta a história interia da gravação do álbum, além disso essa a melhor faixa do disco, eu adoro esse riff) e por ultimo “Lazy” (Com um instrumental que da inveja,  curti todos os demais instrumentos, porém a guitarra virtuose pura).

 Led Zeppelin.


Em setembro de 1968, na cidade de Londres formava o grupo, que consistia no guitarrista Jimmy Page, o vocalista Robert Plant, o baixista e tecladista John Paul Jones e no baterista John Bonham. A banda é reconhecida como um dos progenitores do hard rock e heavy metal, com um som pesado de guitarra e com blues rock, o grupo se tornou destaque.

Tudo começou em 1966 quando Jimmy Page juntou-se a banda The Yardbirds, para substituir o guitarrista Paul Samwell-Smith. Junto com Jeff Beck criaram uma dupla e tocaram guitarra juntos, em outubro de 1966 Beck sai do grupo. No mesmo ano Page decidiu formar um novo grupo com Beck nas guitarras, Keith Moon e John Entwistle do The Who na bateria e baixo os vocalistas Steve Winwood e Steve Marriott também foram considerados para o projeto. O grupo nunca foi formado, embora Page, Beck e Moon tenham gravado uma música juntos em 1966, "Beck's Bolero”, em uma sessão que também contou com o baixista e tecladista John Paul Jones.

Em julho de 1968 em Luton College of Technology, em Bedfordshire. Os The Yardbirds fizeram seu último show, Eles ainda estavam empenhados em fazer diversos concertos na Escandinávia, para o baterista Jim McCarty e o vocalista Keith Relf autorizaram Page e o baixista Chris Dreja a usar o nome de "The Yardbirds" para cumprir as obrigações da banda. Page e Dreja começaram a tocar guitarra juntos. A primeira escolha de Page para um vocalista era Terry Reid, mas Reid recusou a oferta e sugeriu Robert Plant, um jovem cantor de Stourbridge que estava no Band of Joy e no Hobbstweedle. 14 Plant finalmente aceitou a oferta, recomendando o baterista do Band of Joy John Bonham.

Depois que Dreja saiu seu cargo foi ocupado por Jonh Paul Jones, que já havia tocar com Page. Os quatro tocaram juntos pela primeira vez em uma sala abaixo de uma loja de discos na Gerrard Street, em Londres. Antes de sair para a Escandinávia o grupo participou de uma sessão de gravação para o álbum Three Week Hero, de P.J. Proby. A faixa "Blues Jim" do álbum, com Plant na gaita, foi a primeira faixa de estúdio a apresentar todos os quatro membros do futuro Led Zeppelin. A banda completou uma turnê pela Escandinávia como The New Yardbirds, em 7 de setembro de 1968. Mais tarde, naquele mês, eles começaram a gravar seu primeiro álbum, que foi baseado em seus concertos ao vivo. O álbum foi gravado e mixado em nove dias, e Page cobriu os custos. Após a conclusão do álbum, a banda foi forçada a mudar seu nome após Dreja emitir uma carta de anulação, afirmando à Page que foi permitido apenas o uso do apelido de New Yardbirds para os concertos escandinavos.
O nome da nova banda foi escolhido, e considerou que Moon e Entwistle haviam sugerido que o supergrupo com Page e Beck cairia como um "balão de chumbo", uma expressão para resultados desastrosos. O grupo deixou cair o "a" em lead por sugestão de seu empresário, Peter Grant, de modo que aqueles não familiarizados com o termo não pronunciassem "leed". A palavra "balão" foi transformado em "Zeppelin", talvez um exagero de humor, e Page imaginou o nome como uma combinação perfeita de combustibilidade leve e pesada de graça. Depois dessa longa história, vamos falar do álbum que mais marcou a carreira do grupo. No ano de 1971 é lançado Led Zeppelin IV.



É um dos álbuns mais vendidos da história, com mais de 23 milhões de cópias vendidas somente nos Estados Unidos, e da sua enorme popularidade cimentou o status de superstars do Led Zeppelin na década de 1970.45 As vendas a nível mundial estimam-se para cerca de 37 milhões de cópias, sendo outro álbum que está presente na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.

As faixas que mais se destacaram pra mim foram “Black Dog” (O instrumental e o vocal é bem marcante nessa música, perfeita), “The Battle Of Evermore” (Com a letra inspirada em O Senhor dos Anéis, essa aqui tem uma harmonia bem melódica), e também os dois grandes clássicos do grupo: “Rock and Roll” e “Stairway To Heaven” (Que foram considerados por muitos como as obras-primas do grupo).

- Jefferson Arcanjo

sábado, 18 de maio de 2013

[RESULTADO] Promoção As Últimas Lembranças

Oi, gente!
Como vocês estão? Sei que andei sumida nos últimos dias, poderia dar mil motivos para isso, mas a verdade é que não estava com inspiração nem muita vontade pra postar. A internet de maneira geral estava me entediando um pouco. Enfim, espero que as postagens voltem ao normal a partir de hoje.
Vamos ao que interessa, agora: o resultado da primeira promoção que rolou aqui no blog. As participações foram bem poucas, e desses poucos participantes, teve muita gente que não cumpriu as regras direito. EU CANSEI DE AVISAR! Por sorte, a sorteada foi uma das poucas que cumpriu tudo, confiram o resultado na imagem abaixo:
Parabéns, Driely! Já passei seu contato para o Nelson (editor-chefe da Highlands), e ele deve te enviar o e-book, em breve. Qualquer coisa, só responder o e-mail que te enviei.
Tô tentando outras promoções aqui pro blog, espero que o povo participe mais, né?! -.-
Beijos e até amanhã.



terça-feira, 14 de maio de 2013

Fallen in the closet #11 Mousse para cabelos Aspa Cosméticos

Oi, gente!
Antes de começar a falar do assunto de hoje, queria fazer um convite à vocês, principalmente o povo de Queimados e proximidades.No próximo sábado (dia 18), vai rolar um lançamento da coleção Hollywood Mystique da Mary Kay aqui na cidade. Quem está organizando é uma das minhas colegas de classe do curso e que puder ir será super bem-vindo. eu estarei lá fazendo a cobertura do evento aqui pro blog.
O evento será na Fisio Corp, de 15:30 até 17:30, para mais informações e pra confirmar a presença, acessem o evento no Facebook AQUI!

Agora, vamos ao assunto de hoje, a primeira resenha de cosmético que eu faço: Mousse hidratante da Aspa Cosmético.

Promete: Tem poder hidratante e nutritivo para os cabelos. Modela e equilibra o volume restaurando o brilho natural. Seus componentes filógenos protegem o fio capilar da desidratação, ajudando a manter por mais tempo a ação nutritiva e revitalizante do D-Pantenol.


Modo de usar:

Agite antes e durante o uso, use sempre na posição invertida. Aplique após enxaguar e secar os cabelos com a toalha. Coloque o volume aproximado de um ovo na palma da mão. Distribua bem a espuma por todo o cabelo, colocando em pequenas porções e distribuindo uniformemente. Aplique mais, se necessário, segundo o tamanho e tipo de cabelo. Use sua técnica preferida de pentear: com rolos, secador, escova, chapinha, pente ou com os dedos.

Preço: R$15,50 (Loja Alpino)

Minha opinião: Bem, meu cabelo cacheado e, quando seca, fica hiper volumoso, pesquisando na net, a única opção que tive para controlá-lo foi usar algum mousse. Escolhi o da Aspa por prometer o efeito hidratante, enquanto via muita gente falando que outras marcas ressecavam os fios. Felizmente, a marca cumpriu o que prometeu. Meu cabelo permaneceu com o volume controlado por horas, os cachos ficaram bem definidinhos e com movimento.
A textura do produto é muito gostosa, o cabelo não fica melequento nem com aparência de oleoso quando recebe a aplicação do produto. Além de ficar com um cheirinho delicioso.
Achei o preço um pouco caro de primeira, mas pelo que vi utilizando, vale a pena, pois, além do produto ser ótimo, parece que vai render bastante!

Resultado final: APROVADO 

Alguém já usou o produto? Qual foi o resultado?

Beijos e até amanhã...



Fallen in the Studio #8 Uma bela dose de terror, com um pouco de progressivo e psicodélico.

Oi, gente.
Então, o blog não teve atualizações durante o fim de semana porque o lindo (insira seu xingamento favorito aqui!) do Gustavo não cumpriu com o cronograma da coluna dele. A verdade é que meus colunistas andam me irritando um pouco (muito, pra caramba) com isso, mas tudo será resolvido em breve (cabeças rolaram...). 
Beijos e até amanhã
- Carol Sophie
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Em 1968, nascia uma das bandas que mudariam um pouco o cenario do rock 60, essa banda foi a Alice Cooper da cidade de Detroit.

Tudo começou quando, em 1964, Vincent se juntou com seus amigos Glen BuxtonDennis Dunaway, John Speer e John Tatum para participar, sem comprometimento, de um show de calouros anual em Phoenix sob o nome de The Earwigs. Dublando músicas dos Beatles e vestidos como seus integrantes; eles venceram o concurso e gostaram de estar no palco, por isso mudaram o nome da banda para The Spiders e decidiram criar suas próprias músicas.
  
Então, com Vincent no vocal, Glen e John Tatum na Guitarra, Dennis no Baixo e John Speer na bateria, eles começaram a fazer apresentações em clubes e bares da cidade. Depois de um ano, eles gravaram seu primeiro single, "Why Don't You Love Me", um pouco depois de terminarem o colegial, Vincent mudou seu nome pra Alice Cooper. Passou a usar esse nome tanto para fins comerciais como também em sua vida particular, já que o registrou em cartório alguns anos depois.

Em 1966 John Tatun sai da banda e Michael Bruce fica em seu lugar, nessa mesma época o grupo lança a canção "Don't Blow Your Mind", que se tornou sucesso na rádio local e assim o grupo começou a constantemente viajar para a cidade de Los Angeles para fazer apresentações até se mudar para lá definitivamente em 1967, após Neal Smith assumir o cargo de baterista e a banda mudar seu nome para The Nazz, lançando a canção "Wonder Who's Lovin' Her Now".

No ano seguinte o grupo finalmente troca de nome, e assim começa a ser conhecido por Alice Cooper. Com o tempo a banda ficou bastante marcada por suas apresentações um tanto diferente, como um perfil de palco da banda inspirado em filmes de terror e também criou seu próprio visual gótico e sombrio. Além disso, as apresentações do grupo foram apelidadas de “teatro do terror”, pelo uso de vários elementos performáticos baseados em filmes de terror realizadas ao vivo, como guilhotinascadeiras elétricascobras vivasbonecas voodoo, sangue falso e muitos outros, com Alice vestindo roupas obscuras e ornamentadas com coisas como patas reais de aranha, cobras vivas, correntes, etc.

Depois de tanta história, vamos logo ao ponto, o álbum mais famoso e aclamado do grupo foi School's Out de 1972. Esse álbum fez o grupo chegar ao  2º lugar da Billboard 200 e 7º lugar da Billboard Hot 100, levando a banda a realizar uma turnê por ginásios e arenas na América do Norte e na Europa.

 
Em minha opinião, as faixas que mais marcaram o álbum foram “School's Out” (É a primeira faixa do disco e pra mim é a melhor, adoro),”Gutter Cat Vs. The Jets” (Adorei o instrumental, mas o que mais se destacou para mim foi o baixo na introdução e o riff no meio da música), “Blue Turk” ( O solo de saxofone faz com que a canção tenha alguns elementos bem característicos com o blues, achei bem legal), “Street Fight” e “Grand Finale” (Essas duas faixas são dois instrumentais bem elaborados, com instrumentos de metal e cordas. Achei muito bom) e a ultima “My Stars” (Com aquela levada glam metal, curti muito o solo de guitarra).
Voltando ao Reino Unido, no ano de 1965 se formava umas das bandas que iria deixar seu nome no rock pra sempre. Essa banda foi a Pink Floyd.

 
O Pink Floyd nasceu na cidade de Cambridge, em 1965,e é um dos grupos de rock mais influentes e comercialmente bem-sucedidos da história, tendo vendido mais de 200 milhões de álbuns ao redor do mundo. A banda foi induzida ao Hall da Fama do Rock and Rollem 1996. A formação original do grupo, consistiu dos estudantes Roger WatersNick MasonRichard Wright e Syd Barrett.

No início, tornaram-se bastante populares tocando no cenário underground londrino, no fim dos anos 60. Sob a liderança de Barrett, lançaram dois singles ("Arnold Layne" e "See Emily Play") e um bem-sucedido álbum de estreia, The Piper at the Gates of Dawn, de 1967. O nome Pink Floyd é a abreviação de The Pink Floyd Sound, nome sugerido por Barrett em homenagem a dois músicos de blues admirados por ele: Pink Anderson e Floyd Council.
Em 1968, o guitarrista e vocalista David Gilmour juntou-se à banda, assumido o lugar de Barrett que saiu devido ao seu estado de deterioração mental, agravado pelo uso de drogas. Com a saida de Barrett o principal letrista do grupo, Roger Waters tornou-se o principal compositor e líder conceitual do grupo, com Gilmour assumindo a guitarra solo e parte dos vocais. Com essa formação o Pink Floyd atingiu o sucesso internacional com álbuns como The Dark Side of the MoonWish You Were HereAnimals e The Wall.
Desses maravilhosos álbuns decidir falar sobre um dos mais conhecidos e do mais gostoso de ser ouvir, The Dark Side of the Moon.

 
O álbum foi o primeiro a chegar ao 1º lugar das paradas dos Estados Unidos, e até dezembro de 2006 havia acumulado 15 milhões de unidades vendidas no mercado americano, tornando-se um dos álbuns com melhor desempenho comercial da história dos Estados Unidos. No mundo todo, Dark Side superou 40 milhões de cópias vendidas. O álbum ficou no Top 200 da Billboard por 1094 semanas (incluindo 591 semanas consecutivas, de 1976 até 1988), um feito sem precedentes que estabeleceu um record mundial. Ele também permaneceu 1301 semanas nas paradas do Reino Unido e, apesar de não ter passado da 2ª posição lá, foi extremamente bem recebido pelos críticos.

As faixas que mais se destacaram pra mim foram "Money" e "Time" ( Devido aos Slides Guitar ambas tenha um som bastante melancólico,também o saxofone da primeira mostra a influência do jazz), “Any colour you like” (Essa canção é instrumental, que valoriza os demais os diferentes efeitos de guitarra), "The Great Gig in the Sky" (Conta com  Clare Torry nos vocais principais, que ajuda a diversificar a textura do álbum), "On the Run"  (Essa é tocada praticamente inteira em um único sintetizador, que por sinal faz muita diferença de timble) .
E finalmente chegando ao Brasil, temos uma das bandas pioneiras no rock no nacional: Os Mutantes.
Em 1966, na cidade de São Paulo é formada a banda brasileira de rock psicodélico, durante o Tropicalismo.  Em sua primeira formação estava presente Arnaldo Baptista (baixo,teclado, vocais), Rita Lee (vocais) e Sérgio Dias (guitarra, baixo, vocais). Também mais tarde participaram do grupo Liminha (baixista) e Dinho Leme (bateria).
A banda foi considerada um dos principais grupos do rock brasileiro, com forte influência dos Beatles. O grupo foram os pioneiros na mescla do rock and roll com elementos musicais e temáticos brasileiros. Outra característica do grupo era a irreverência.
Tudo começou quando os irmãos Arnaldo Baptista e Cláudio César Dias Baptista, juntamente com Raphael Vilardi e Roberto Loyola, fundaram o grupo The Wooden Faces. Um ano depois, conheceram e convidaram Rita Lee - então no Teenage Singers - a integrar a banda. Ainda entraria no grupo Sérgio, o caçula na família Baptista.
A nova banda passou a se chamar Six Sided Rockers, depois O Conjunto e O´Seis. No mesmo ano ano, Cláudio César, Raphael e Roberto deixariam o grupo. Arnaldo, Rita e Sérgio mantiveram o grupo, que foi rebatizado com o nome definitivo de Os Mutantes, dado pelo próprio Ronnie Von, antes da estréia na TV. O grupo até então chamava-se OS BRUXOS e a sugestão veio do livro O IMPÉRIO DOS MUTANTES, de Stefan Wul, que Ronnie estava lendo na época.
O disco mais consagrado do grupo foi A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado de 1970. Que é um marco na carreira do grupo, que tenta se distanciar do tropicalismo e abraçar de vez o rock.
 As faixas que mais se destacaram para mim foram “Ando Meio Desligado” (Que foi o grande sucesso desse álbum, que mais tarde foi regravado por diversos artistas), “Ave Lúcifer” (Bem calma e tranquila com uma letra bem doida, porém interessante), “Chão de Estrelas” (Que é uma regravação de Sílvio Caldas e Orestes Barbosa, que foi muito criticada pelos críticos e puristas daquela época), “Desculpe Baby” (Com uma harmonia calma, e um timbe de guitarra bem legal). 
- Jefferson Arcanjo

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Fallen in the Kitchen #9 Macarrão com molho de atum

Oi, gente!
Tem dias que a gente simplesmente não tá afim de fazer um almoço muito elaborado, uma receita que eu e minha mãe fazemos muito aqui quando isso acontece é: macarrão com molho de atum. É muito fácil de fazer e deliciosa. O molho também pode ser usado para pizzas (receita da massa AQUI!), joelhos e pastéis assados (veja AQUI o processo)

Você vai precisar de:
Macarrão cozido tipo espaguete ou talharim (pode usar miojo também)
1 lata de atum 
1 colher de sopa de molho shoyo
1/2 colher de sopa de tempero de alho e sal
1/3 de xícara de molho de tomate

Modo de preparo:
Escorra o óleo da lata de atum, coloque numa panela com o tempero de alho e sal, leve ao fogo e deixe das uma leve fritada. Adicione o molho de tomate e deixe ferver. Quando começar a ferver, deixe apurar por uns 5 minutinhos, adicione o molho shoyo e misture bem. Desligue o fogo.
Coloque o macarrão nos pratos e despeje o molho de atum por cima, sirva em seguida.

O molho é suficiente para dois pratos, se quiser preparar para a família toda, só multiplicar a receita, não tem erro.
Que tal dar uma folga pra mãe neste domingo e fazer o almoço? A receita é super simples e aposto que todos vão amar.

Beijos, povo, até amanhã!

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Fallen in the Library #9 Veronika decide morrer

Autor: Paulo Coelho
Editora: Gold
Páginas:  191
Ano: 2006
País: Brasil

Peguei este livro pra ler depois de uma longa ressaca literária causada pelo As Últimas Lembranças (resenha aqui!), o livro de início não fluiu muito bem, adoro a escrita do Paulo Coelho (podem falar o que quiserem, nem ligo), é um dos meus autores favoritos, mas os temas dos livros sempre requerem uma grande atenção que não tinha no primeiro momento, mas quando finalmente engrenou, li todo em um dia.
O enredo do livro me surpreendeu MUITO, imaginava uma coisa completamente diferente pelo título e o final foi uma surpresa maravilhosa, em nenhum momento da história o autor deixou escapar nenhuma dica do que aconteceria.
A personagem me irritou bastante no começo do livro, os motivos dela para suas ações pareciam tão bobas, sempre procurei entender o porquê de alguém cometer suicídio, não condeno quem faz, mas com motivos sérios, né? Com o tempo fui me acostumando com ela e até gostando um pouco, quando mudou de postura. O personagem que mais gostei foi o Dr. Igor, apesar de parecer tão louco quanto seus pacientes, ou até mais, achei muito inteligente e criativo o método que ele usou para sua pesquisa.
Quanto a diagramação da edição que eu li, bom, tem vários erros de digitação bem irritantes (como quase todos os livro do Paulo Coelho, infelizmente). As páginas são brancas e a letra é bem pequena, mas levando em conta que foi uma coleção do jornal (não lembro qual, meu avô que juntou e me deu quase todos os livros do autor juntos), é algo que dá pra entender.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Comportamento #5 Roda Punk, qual o sentido desta "brincadeira"?

OI, meu povo!
Quarta passada não teve post aqui no blog porque fui no Aniversário do Moto clube Tarantulas, e não tinha deixado nada programado, bom, a festa acabou me dando ideia pra uma postagem aqui na coluna de comportamento, e esta vai ser sobre: roda punk.

Toda vez que vou em algum show de rock, sou impedida de ficar em frente ao palco por causa desta ideia imbecil, ou tenho que usar algum menino como escudo pra não me machucar.
No show do Detonautas que teve aqui ano passado, eu e o Jeff acabamos desistindo de fica vendo o show lá na frente porque uns caras resolveram fazer roda punk. 
Na quarta-feira, estávamos na grade assistindo o show tranquilamente quando um bando de caras de quase 30 anos, barbados já, resolveram começar com essa brincadeira idiota. Eles estavam pouco se fudendo (não gosto de usar esses termos aqui, mas é a única expressão que transcreve) se tinham meninas do lado deles, começaram a se bater e quem não saísse de perto apanhava também. Vale lembrar que, além de meninas, MUITAS crianças frequentam a festa que já é tradicional aqui na cidade. Agora imaginem o perigo, alguma criança podia ser esmagadas por esses brutamontes idiotas!
Bom, depois de uma hora e meia, mais ou menos, de "brincadeira" um dos caras acabou caindo e batendo com a cabeça no chão, ficou lá desmaiado, ai todos eles lá bancando os amigos preocupados -.-
Tá, o cara foi socorrido. Passou mais uma hora, estavam eles de volta com a merda da roda punk de novo. Não demorou muito pra mais um cair desmaiado, e vocês acham que aí acabou esta idiotice, né? Eu também achei, mas adivinhei: ELES VOLTARAM A FAZER ESTA PORRA! Sério, não passou nem uma hora e estavam eles lá se batendo de novo! Precisava o que? Alguém morrer? Duvido que eles fossem parar até depois disso.
Juro que eu queria saber qual é a graça de ficar lá apanhando e batendo nos outros. Vai fazer MMA, boxe, sei lá, pelo menos assim você não vai colocar pessoas que não querem participar desta porra em risco. Agora nos shows, dá pra curtir muito bem, pular, cantar, zuar, sem precisar desta babaquice!
Sério, tô cansada desses marmanjos se comportando igual pivete pra mostrar que é forte!

terça-feira, 7 de maio de 2013

Fallen in the Closet #10 Aventais fofos

Oi, gente!
Bom, uma coisa que me irrita bastante quando estou cozinhando é que acabo sujando toda minha roupa (pois é, sou desastrada mesmo). Cheguei a conclusão que preciso comprar um avental pra mim e resolvi procurar alguns na internet, achei cada um TÃO fofo! Resolvi mostrar alguns modelos para vocês.


Lindos, não? Agora que tal um modelo pros meninos!? Se o Jeff gostasse de cozinhar, daria um desse pra ele quando a gente casar, mas Jeff e cozinha é um relacionamento complicado...
Por hoje é só isso, gente. Beijos e até amanhã ;)





Fallen in the Studio #7 Eric Clapton + The Who


Em 30 de março de 1945,Ripley nascia Eric Patrick Clapton ou mais conhecido por Eric Clapton.

Considerado o segundo melhor guitarrista da história pela revista norte-americana Rolling Stone. Tendo uma grande ligação diretamente com o Blues, Eric Clapton foi considerado como inovador pela crítica e pelos fãs ao longo de sua carreira.
Tudo começou quando durante a catequese ouviu pela primeira vez os cânticos ingleses, entre eles Jesus Bids Us Shine, o seu favorito. Desde então se apaixonou pela música, seu primeiro instrumento, a flauta doce, que lhe proporcionou um prêmio ao tocar Greensleeves. Aos treze anos de idade, ganhou seu primeiro violão da avó, Rose. Apesar da dificuldade inicial com o instrumento, e bastante influenciado por canções antigas de blues e com um pequeno gravador, Clapton se esforçava para aprender até o ponto em que estivesse tocando igual aos artistas originais. Isso o ajudou a desenvolver sua técnica e, em pouco tempo conseguiu dominar o instrumento.
Depois de tocar em varias bandas, Clapton ficou apenas fazendo participações, sua primeira foi em "While My Guitar Gently Weeps", lançada no White Álbum dos Beatles. Uma segunda participação em outro super grupo, o Blind Faith (1969), com Baker, Steve Winwood e Rick Grech, resultou em um álbum e uma turnê norte-americana. Logo depois passou a viajar em turnê como convidado do grupo americano Delaney and Bonnie and Friends. Ele tornou-se amigo íntimo de Delaney Bramlett, que o encorajou a voltar a compor e a cantar. Depois de uma longa história (bota longa nisso) chegamos chegar aonde deveríamos, um dos álbuns mais aclamado pela critica e vencedor do Grammy de 1993 foi: MTV Unplugged.
Em minha opinião, o álbum consegue mostrar muito bem quem foi Clapton, tem uma pagada de blues com uma pitadinha de folk. As faixas que mais me chamaram a atenção foram Signe (É um instrumental muito bem elaborado, com uma levada bem dançante), Before You Accuse Me (Essa tem aquela essência do blues), Tears in Heaven (A melhor faixa do disco, uma das canções mais conhecidas de Clapton), Lonely Stranger ( Que é um pouco mais tranquila, porém é gostosa de se ouvir), Running On Faith (Adorei os slides dessa muito legal, literalmente viajei nessa canção).  
Outra banda que marcou a década de 60, a ponto de ser considerada uma das melhores bandas de rock and roll foi o The Who.


Em 1964, foi formada no Reino Unido, The Who que em sua formação original era composta por Pete Townshend (guitarra), Roger Daltrey (vocais), John Entwistle (baixo) e Keith Moon (bateria). O grupo ganhou bastante fama internacional por causa de suas apresentações bem diferente, tudo isso por arrebentar completamente seus instrumentos no final dos shows (especialmente Townshend, cuja destruição de guitarras tornar-se-ia um clichê do rock, e o alucinado Keith Moon, mandando seu kit de bateria pelos ares).
álbum que vamos falar desse grupo é o conceituado ópera rock , Tommy de 1969, que foi o primeiro do grupo a alcançar sucesso comercial. As faixas que mais se destacaram para mim foram Overture (um instrumental com mais de cinco minutos), The Acid Queen (Adorei a guitarra rítmica, bem leve com um bom timbre), outra faixa que eu adorei as guitarras foi Sensation e Pinball Wizard.